Você sabe quando deve procurar um coloproctologista? Muitas pessoas ainda não sabem qual a frequência correta de consultas ou se fazem parte de grupos de risco, portanto, resolvi trazer estas informações para esclarecer algumas dúvidas comuns a respeito do assunto.

Tem alguma dúvida? Fique comigo até o final do texto e, se não encontrar a sua resposta no blog, deixe um comentário!

Quando devo procurar um proctologista? 

Fotografia colorida de um paciente durante a consulta médica. Ele segura a barriga, como se estivesse com dor. A médica escuta atentamente.

O profissional de coloproctologia ou proctologia não é um médico em que a maioria das pessoas costuma frequentar com regularidade, como fazem com um dentista, um endocrinologista ou um cardiologista.

Apesar disso, muitos sintomas afetam o cólon, reto e ânus e geram impactos negativos na qualidade de vida de qualquer pessoa.

É preciso, portanto, ficar atento aos sinais do corpo:

Sintomas comuns:

  • Prisão de ventre ou constipação (dificuldade para evacuar);
  • Diarreias que aconteçam por um período maior que 3 semanas;
  • Sangramentos anais — seja por causa espontânea ou após relações sexuais;
  • Nódulos (caroços) ou inchaços na região anal;
  • Dores persistentes na região abdominal;
  • Cólicas frequentes;
  • Dores ao evacuar;
  • Dores ou outros incômodos ao sentar;
  • Prolapsos retais — quando parte do intestino “desliza” para fora do corpo;
  • Hemorroidas.

Grupos de risco – Coloproctologia

Ilustração colorida de várias pessoas, homens e mulheres, com cores de pele e estilos de cabelo diferentes. Todos sorriem.

Algumas pessoas podem se encaixar em grupos de risco para doenças ou problemas específicos devido a hábitos de vida, histórico de família ou condições específicas.

Se você é parte de algum desses grupos, fique atento(a) para a sua saúde!

  • TODAS as pessoas com mais de 45 anos, mesmo sem histórico de câncer na família;
  • Pessoas que possuem histórico familiar de câncer de cólon, reto ou intestino delgado;
  • Homens ou mulheres que tem relação sexual anal, principalmente sem preservativo;
  • Pessoas com problemas e/ou histórico de constipação, diarreia ou perda de fezes;
  • Mulheres que tiveram alterações secundárias ao HPV na vagina, vulva ou vagina;
  • Imunossupressões — seja HIV, uso crônico de corticoide, quimioterapia etc.

Qual é a frequência indicada para fazer consulta de coloproctologia?

Ilustração colorida de uma médica dentro de um smartphone passando dicas de saúde online.

Se você faz parte de algum dos grupos de risco, a recomendação é de pelo menos 1 (uma) visita ao ano ou sempre que tiver algum dos sintomas listados anteriormente.

Caso você não possua nenhum dos sintomas ou faça parte do grupo de risco, a recomendação é que você realize uma primeira consulta e converse com o(a) seu(sua) médico(a) sobre a frequência necessária para você. 

Cada pessoa possui uma necessidade, porém, o fundamental, é fazer exames preventivos. Lembre-se: prevenir é melhor que remediar!

 

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